• Daniel Gonzales

Nissan apresenta tecnologia que lê a mente do motorista: é a 'brain-to-car'

Atualizado: 9 de Jul de 2019

Montadora demonstrou conceito recentemente, na Ásia; conheça


A gigante do setor automotivo Nissan demonstrou sua tecnologia futurista 'brain-to-car' (cérebro-para-carro), também chamada de 'brain-to-vehicle' (ou B2V) na CES Asia 2019 em Xangai, China, há algumas semanas.


Primeiro produto de seu tipo, a tecnologia analisa os sinais cerebrais para melhorar a experiência de dirigir e faz parte do programa Inteligent Mobility, da Nissan, um amplo leque de pesquisas sobre os carros do futuro, como veículos autônomos, inteligentes e conectados.


Sim, o carro do futuro poderá ler a mente do motorista, numa interface direta com o cérebro, para tornar o trânsito mais seguro.


COMO FUNCIONA


Colocado o leitor de ondas cerebrais (semelhante a um fone de ouvido na cabeça do motorista, mas na verdade com eletrodos que captam as informações), o carro passa a responder conforme as vontades, desconfortos, etc, do condutor, ajustando suas próprias configurações.

Por exemplo: quando demonstrar alguma intenção, o motorista ganha a ajuda do carro que facilita determinadas manobras.


Da mesma forma, qualquer desconforto experimentado pelo condutor - como o clima sendo muito frio ou quente - pode resultar no veículo ajustando automaticamente os controles, sem que o motorista precise fazer nada.


AVANÇO DAS TECNOLOGIAS


Segundo a Nissan, a iniciativa 'Nissan Intelligent Mobility', tem o objetivo de avançar tecnologias de condução e integrá-las na sociedade.


Roel De Vries, vice-presidente sênior de marketing da Nissan, explica:


“Nós não apenas antecipamos tendências e tecnologias futuras, nós as definimos. Acreditamos que a tecnologia deve resolver problemas do mundo real e beneficiar o máximo de pessoas possível. Esta é a ideia por trás da Nissan Intelligent Mobility, nossa visão de levar as pessoas a um mundo melhor”.


Dois obstáculos ainda farão, no entanto, que essa tecnologia leve um tempo para chegar a nossas ruas e estradas.


O primeiro são as questões governamentais e regulatórias, que impedem a circulação, por enquanto, de carros autônomos ou semi autônomos.


O segundo: de acordo com montadoras e pesquisadores de carros autônomos, a tecnologia ainda tem que avançar muito para superar o perigo de interpretações errôneas, pondo outras pessoas em riscos.


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